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Sobre o vôo 1907

Posted: outubro 9th, 2006 | Author: coredump | Filed under: General | Tags:

Eu: Na verdade, saber que vai morrer é meio libertador…

Duca: [...] pq esta dentro de um charuto de metal pressurizado de 20 toneladas caindo desgovernadamente no meio da mata amazonica [...] nem todo mundo tem criacao e conceitos de nao serem apegados a vida [...] boa parte nem acredita que ha nada depois.. que morreu acaba ali, que sua vida foi insignificante e que sua passagem por aqui nao deixou marcas [...]

Duca: desconsiderando o rastro do aviao no meio da selva eh lógico.

Eu sei. Não era pra ser piada. Mas humor negro é foda…

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5 Comments »

5 Comments on “Sobre o vôo 1907”

  1. 1 Perry Werneck said at 16:30 on outubro 9th, 2006:

    Quem disse que o charuto estava pressurizado enquanto caia??

    PS: Concordo que deve ser bem libertador mesmo (no bom sentido).

  2. 2 Cesar Cardoso said at 20:26 on outubro 9th, 2006:

    Certamente o charuto já havia despressurizado quando começou a cair.

  3. 3 Eduardo Duca said at 10:40 on outubro 10th, 2006:

    Po.. o corte foi na asa.. o CHARUTO devia ta pressurizado sim cambada..
    MEsmo caindo em parafuso e comecando a se desmanchar na queda.. Ao contrario de alguns canais terem falado que a dobra da asa do outro aviao cortou a barriga do boing… na verdade aquela quina da asa cortou foi parte da asa do 737, que desgovernou e caiu em parafuso (ao menos essa eh a versao que ta na Veja mais atual).

  4. 4 Eduardo Duca said at 11:15 on outubro 12th, 2006:

    Correcao.. o peso parece que era 80 toneladas .. 20 era o pequeno…

  5. 5 Toni Campos said at 9:50 on novembro 14th, 2006:

    Todo o mundo que já estudou aviação sabe que o corpo humano “ferve” acima de 15 mil metros. Uma mãe foi encontrada abraçada ao filho pequeno, e o piloto do Boeing estava com o braço enrijecido preso ao manche. Isso significa o óbvio, isto é, que houve, sim, consciência do que estava ocorrendo entre os passageiros da aeronave, até a a estrutura do avião começar a esfacelar-se por conta da força G para um aparelho de 80 toneladas – 14 G, em termos físicos, mais precisamente. Os passageiros começaram a ver a queda, as máscaras de despressurização caíram, mas foi tudo rápido demais: em questão de, no máximo, 10 segundos, todos ali dentro já estavam “implodidos” pela baixíssima pressão atmosférica da altitude em que estavam. É isso aí.


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