Posted: março 28th, 2008 | Author: coredump | Filed under: Gaming | Tags: Gaming, opinião, wow
Tava lendo a Ale Picoli no “Eu também jogo” falando sobre o anúncio da Blizzard sobre servidores para a América Latina e isso só somou no meu ódio atual pelo jogo. Fala sério, primeiro a barafunda que é o patch 2.4, e agora servidores caça níquel. Eles realmente pararam de se preocupar com o jogo, o lance agora é ganhar dinheiro.
Eu tenho chamado o patch 2.4 de “WoW for retards”, porquê fala sério, se você não consegue jogar um jogo completamente easy mode como o WoW ficou depois do 2.4 você tem sérios problemas.
Eu já tinha ficado irritado a um tempo com o lance do PvP de WoW ter virado uma feira de items. E nem era uma feira complicada. Dez partidinhas por semana e mesmo perdendo todas você ganha um número X de pontos (Arena Points) para comprar items de Arena que são tão bons como ou melhores que os ítems que eu ralei semanas para conseguir em dungeons.
E daí veio o patch 2.4. Retiraram a necessidade de se fazer o attunement para todas as dungeons de alto nível (attunement é um processo normalmente envolvendo vários passos para se conseguir entrar em alguma nova área), colocaram várias daily quests novas no jogo que beiram o rídiculo (tipo ir para um lugar, clicar em 6 items e voltar) e dão uma quantidade decente de dinheiro, liberaram os items complicados para se fazer items de alto nível (nether vortex e primal nether) que agora são achados na casa de leilões… E continuam bombeando gear no jogo com dificuldade mínima.
Numa escala de 1 a 100 o jogo passoou de dificuldade 70 para tipo 30 ou 40. Você tendo tempo e um grupo de pessoas não muito burras você consegue fazer maravilhas. Some-se isso ao PvP desorganizado e sem sentido e mesmo as ofensas a inteligência mínima das pessoas… não sei se vou ter paciência por muito tempo. A única coisa que me mantém é a vontade de ver o “final” do jogo antes da expansão sair. Expansão esta que nem está em beta teste aparentemente.
Acho que a Blizzard ficou com medo de perder muitos jogadores. Sei lá. Não consigo compreender porque acabar tanto com o desafio no jogo, que agora virou praticamente uma compra sem fim. Basta juntar uma grana (que não é difícil com um limite de 25 dailies por dia) e fazer uns joguinhos de arena e pronto.
Neste meio tempo, Age of Conan fica cada vez menos atrativo (video game demais) e Warhammer foi empurrado do meio do ano para o outono americano (ou seja, agosto ou setembro). Acho que vou voltar para os jogos de playstation.
intel
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Posted: março 26th, 2008 | Author: coredump | Filed under: Literatura | Tags: Literatura, resenhas, wheel of time
Entrada na Library:
http://core.eti.br/library/robert-jordan/the-great-hunt-the-wheel-of-time-book-2/
O segundo livro da saga de Wheel of Time melhora bastante o número de tramas acontecendo ao mesmo tempo e apresenta alguns novos oponentes. O ritmo do livro é mais rápido que o do primeiro, mas ainda temos um protagonista-relutante e alguns coadjuvantes com pontas soltas.
A história começa exatamente onde o livro um parou, com alguns meses de diferença apenas, e se desdobra daí para uma caçada em busca de recuperar um importante artefato mágico roubado (The Horn of Valere), o nome do livro tem a ver com isso e também com o fato de que existe realmente uma Great Hunt for the Horn acontecendo em uma nação próxima. Com a separação dos grupos, começamos a observar dois diferentes grandes histórias acontecendo ao mesmo tempo: a busca pelo Horn of Valere empreendida pelos personagens masculinos (Rand, Perrin e Mat) e a chegada a Tar Valon das moças (Egwene e Nynaeve) para treinamento.
Reviravoltas e mais reviravoltas, desencontros e encontros com personagens do outro livro (como Donon, capitão do navio Spray), além da apresentação de um exército invasor completamente surtado (os Seanchan). Existe muita atenção dada as personagens femininas e o foco narrativo se desloca para longe de Rand (o protagonista) por vários capítulos até um fortuito reencontro. Para quem gosta de Moraine e seu Warden, Lan, é uma longa espera (ela não é muito presente no livro dois).
Continuo recomendando os livros e a série. Já estou lendo o livro três (The Dragon Reborn) e devo colocar uma resenha em breve. A não ser que eu não consiga o livro quatro em tempo hábil, daí eu vou enrolar para terminar o três
(felizmente a Li já tinha previsto isso e o resto dos livros já está a caminho yay).
intel
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Posted: março 12th, 2008 | Author: coredump | Filed under: Linux e Open Source | Tags: linux, mac os, notebook
Como vocês devem ter lido neste post, eu tinha um Toshiba. A questão é que o Toshiba era tão ruim, mas tão ruim, que apertei um pouco mais o porquinho e comprei um HP DV2000 (não lembro o modelo exato). Imagino que essas direções que eu dou funcionem para o dv2700 e similares também.
- Use os aplicativos da HP para criar os DVD’s de Rescue. Eu não precisei reinstalar depois, mas vai ver que você precisa.
- Existe uma partição na máquina que é a de rescue e aquele player de vídeo (que funciona com o notebook desligado), eu removi a dita cuja e não tive problemas, mas também nunca usei aquele player.
- O realmente difícil de instalar o XP nestes notebooks é lidar com o SATA do HD. O windows não tem suporte nativo no CD de instalação para isso. Siga esse tutorial para fazer Slipstream de Drivers numa instalação antiga do Windows e criar um CD que dá boot e reconhece HD’s SATA na instalação.
- Depois disso, recorra a página de Drivers da Intel para achar os drivers para a placa de rede e demais drivers de chipset, etc. Existe um pacote gigante chamado “Inf Update” que vem com grande parte deles. A placa de vídeo deste notebook é uma Intel Express 945, a wireless é a nossa amada 3945G, a ethernet é a Intel PRO
- A camera foi reconhecida automaticamente como dispositivo USB.
- O Touchpad foi usando a mesma dica que eu dei no post sobre o Toshiba.
- As teclas de função do HP funcionam por padrão. Não me lembro de ter instalado nenhum software.
Aliás, dentro do C:\ do Notebook costuma ter um folder chamado SWSetup. Todo software da HP que vem no notebook (incluindo Drivers) está disponível neste folder para ser instalado novamente. O meu não tinha, pode ser que no seu caso isso facilite.
No mais, qualquer questão deixem comentário. Na próxima parte eu vou falar de instalação de Linux e Mac OS Leopard, mas é tão simples que nem vai ser grande demais.
intel
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Posted: março 10th, 2008 | Author: coredump | Filed under: Literatura | Tags: Literatura, resenhas, wheel of time
Entrada na Library:
http://core.eti.br/library/robert-jordan/the-eye-of-the-world-the-wheel-of-time-book-1/
Desde muito eu fica na Livraria Cultura namorando os livros de Wheel of Time, só que eles nunca tinham o volume 1 e eu sempre esquecia de pedir, ou algo assim. Finalmente, mês passado consegui uma cópia do Eye of The World, Book 1 of the Wheel of Time, com o Larcher.
O livro lembra muito Tolkien em certas partes, e o autor disse em várias entrevistas que esta era mesmo a intenção deles. Dependendo de como você ler, pode até pensar que é uma cópia descarada. Mas as semelhanças só vão até um certo ponto. Wheel of Time tem uma política e sociedade mais complicada que LoTR e nada maniqueísta. Existem os bons, os maus, os anti-heróis e todas as shades of grey que fazem a história ficar interessante.
Wheel of Time foi planejado para 12 livros. Isso deixa espaço para o autor detalhar e muitas vezes super-detalhar certas coisas. Não fica chato em nenhuma hora e a história por enquanto não tem muitos side plots, o que é interessante. A leitura é fácil, mas eu não sei se foi traduzido então só posso falar do inglês.
Todo o conceito de Wheel of Time gira em torno da própria história cíclica do mundo. O mal (encarnado pelo Dark One) se levanta e os poderes da Light se encarregam de levantar um novo campeão (chamado Dragon) para lugar contra as forças do Dark One. Isso acontece a eras e eras. O livro se passa na terceira era (hmm, tenho de checar isso). Magia é a capacidade de certas pessoas ‘tocarem a True Source‘ e possui duas polaridades, uma mais fácil para mulheres e outra para homens. Quando a história começa, a parte masculina da True Source está envenenada pelo Dark One e só mulheres usam magia (os homens tem de ser ‘cortados’ da fonte quando são descobertos, pois eles enlouquecem e merda acontece).
A história tem suas horas épicas mas nada ainda no nível da Batalha nos Campos de Pelennor, até porque é a primeira parte de uma história gigantesca e intrincada. Além disso, estou lendo o segundo volume e a história ainda tem várias características de amadurecimento dos personagens e pelo que vi esta fase pode durar até o terceiro volume. Personagens principais ainda estão descobrindo suas histórias e habilidades e outros estão indo para treinamentos e similares.
Não se engane pensando que a história é devagar ou coisa assim, porém. Eu estou viciado nos livros e eles são realmente muito bons. Aparentemente, os plots se multiplicam pelos livros. Recomendo completamente. Eu estava sentindo falta de uma longa série para ler dese LoTR e Harry Potter.
Uma última nota, 11 dos 12 livros já foram lançados, mas Robert Jordan (o autor) morreu antes do 12º ficar pronto. Mesmo assim ele deixou notas extensas e bem detalhadas do que ele queria para o final, e a Tor Books contratou um outro autor (que a viúva do Robert Jordan escolheu pela semelhança de estilos) para escrever o último livro, A Memory of Light, que deve sair em 2009.
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Posted: março 10th, 2008 | Author: coredump | Filed under: Música | Tags: Música
Já saiu, comprei pelo www.mutedownloads.com por 26 reais. MP3 320 KBPS sem DRM, então foi tranquilo.
Muito bom, tem musica para quem gosta de Nick Cave antigo (Night of the Lotus Eaters e a própria Dig, Larazus, Dig!!), para quem gosta do Nick Cave “boatman’s call” (Jesus of the Moon e Moonland), para quem gosta do Nick Cave ‘pop’ (More News from Nowhere) e para quem gosta do Nick Cave ‘Grinderman’ (Albert Goes West soa quase Ramones-com-letra e Lie Down Here and be my Girl me lembra Nature Boy).
Para variar, as letras são fantásticas, os temas de amor e bíblia continuam cada vez mais presentes, a voz dele continua demais e nem notei tanta diferença na guitarra. Outra coisa que eu gostei foi a utilização mais pesada de baixo (Night of the Lotus Eaters é assustadora) e de orgão no estilo sessentão, como em We Call Uppon the Author to Explain.
Muito dubão o disquinho. Recomendo até para quem não é fã, na verdade, principalmente para quem não é fã, porque vai ser.
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