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Dingoo comanda (depois do Dingux)

Posted: novembro 19th, 2009 | Author: coredump | Filed under: Gaming | Tags: , , , ,

Comprei o Dingoo, um portátil bem legalzinho que roda vários emuladores, e ainda tem rádio e assiste vídeos… Basicamente, mais uma daquelas idéias chinesas.

Chegou anteontem depois de 17 dias de espera e foi taxado mesmo com a embalagem especial da DealExtreme, o que me leva a pensar que quem quer que seja que esteja fiscalizando deve ter aprendido a usar o site :)

Dingoo

O Dingoo tem um tamanho bem legal, é pouco mais comprido que meu telefone e com a espessura de um controle de Nintendinho. O que é bem legal porque ele realmente tem um feeling de controle mesmo. Do lado esquerdo você tem um direcional em cruz e no lado direito ficam os botões (A,B,X,Y). Ele também tem os botões L e R que ficam nos ‘ombros’ do portátil, assim como eles ficam no controle de Super NES e tal.

O som é de boa qualidade, não é chiado nem nada. Eu fiquei positivamente impressionado com a qualidade do LCD do aparelho, contraste bom, cores vibrantes, parece bem limpo e de boa qualidade.

Além disso o Dingoo tem saída para fones de ouvido, saída de TV, microfone, USB e slot para cartões MicroSD. Ele vêm de fábrica incluindo um fone de ouvido, adaptador de tomada para USB (carregador) e cabo para ligar na TV.

Os emuladores padrões do Dingoo são meio baqueados. O de GameBoy funciona maravilhosamente bem, o de CPS1 e Neo-Geo também, mas o de SuperNES é horrível. Por causa disso saí em busca do projeto Dingux, que é uma distro Linux para o Dingoo, com um front-end bem parecido com o do Dingoo (que por sua vez me lembra o PSP).

Com o Dingux a gama de emuladores é bem maior, por exemplo, dá pra se usar os fantásticos MAME (mame4all, arcade), Snes9X (SuperNES), Stella (Atari 2600) e FBA320 (CPS1, CPS2 e Neo-GEO). Inclusive foi portado o emulador psx2all mas ainda não testei para ver como está a emulação de Playstation. A instalação nem foi complicada ou arriscada.

Aconselho a quem goste classic gaming. Ontem me matei de jogar Final Fight (a versão arcade) e comecei denovo o Final Fantasy VI (ou III, depende se você estava nos EUA ou Japão), que nunca zerei no SuperNES mas que agora, quem sabe!

intel

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