As emocionantes aventuras de um sysadmin linux na procura pelo uptime perfeito!

O fim dos menus e produtividade.

Posted: novembro 28th, 2008 | Author: coredump | Filed under: Linux e Open Source | Tags: ,

Pessoal sacaneia que o objetivo do GNOME é não existir. De certa forma, eles realmente tem uma visão minimalista onde o sistema de janelas tem de interferir o mínimo possível no trabalho. Pensando nisso, reorganizei meu desktop no trabalho e no notebook para ficar assim:

Novo Desktop

Basicamente, o painel superior do Gnome fica reduzido no canto direito apenas para mostrar os ícones de tray (que eu ainda não consegui remover). Tudo o mais que eu faço, uso o gnome-do:

gnome-do

Criar arquivos, abrir pastas, abrir arquivos e programas. Tudo usando o gnome-do com alguns plugins (como o do tasque). O Tasque me ajuda bastante a lembrar do que eu tenho de fazer, e como eu estou tentando implementar mais GTD na minha vida a integração dele com o RTM (remember the milk) é fantástica. Eu vou fazer um post na semana que vem sobre GTD e RTM.

No desktop eu mantenho apenas um diretório chamado Inbox e o diretório-mágico do Dropbox. A inbox é basicamente isso mesmo. Tudo que eu baixo ou recebo anexado ou copio mando pra lá, e pelo menos uma vez por semana verifico e dou destino (arquivo em outras pastas dentro do meu home ou deleto). Assim eu não perco o controle do que tem de ser trabalhado e onde encontrar as coisas. O Dropbox é um sincronizador muito legal que eu aconselho, a conta gratuita dá direito a 2G de espaço. Basicamente, tudo que você coloca ali dentro é sincronizado entre os computadores que em que você tem o programa instalado. Super mão na roda.

No Windows eu fiz algo parecido, mas o Launchy não é poderoso quanto o gnome-do e as opções de customização são menores, mas a cada dia menos dependo dos menus (e mesmo do mouse) para trabalhar.

Resultado, tudo fica mais rápido.

intel!

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Finalmente

Posted: abril 28th, 2006 | Author: coredump | Filed under: Linux e Open Source | Tags: , , ,

Depois de longas semanas alguém apareceu com um hack para o problema do dbus reclamando da mídia inserida nos drives com suporte a lightscribe que tanto atrapalhavam. Diretamente do nosso amigo Ubuntu Forums: CDROM error with HP Pavilion dv1400 – Ubuntu Forums.

Por falar nisso, fiz um dist-upgrade para a versão beta do Dapper Drake, a próxima versão do Ubuntu, e só posso dizer que estou apaixonado pelas novas versões do Gnome e de alguns outros softwares. Neste momento, estou tentando saber porque diabos o Deskbar funciona com o beagle perfeitamente no meu trabalho mas aqui em casa ele não faz nenhum tipo de live search.

Mais detalhes quando eu voltar a dormir e acordar. Pequeno filho teve uma crise de tosse mas parece ter passado, o que quer dizer que eu posso voltar pra cama e tentar dormir mais umas 2 horas.

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Festa da Padroeira (fisl) 7.0

Posted: abril 24th, 2006 | Author: coredump | Filed under: Linux e Open Source | Tags: , , , , , ,

E então.
Acaba que depois de trancos e barrancos embarquei na última quarta-feira a noite para o 7º Fórum Internacional de Software Livre (fisl 7.0). Graças a GOL paguei menos de 150 reais pela ida-e-volta, então nem foi financeiramente traumatizante.
Infelizmente, na noite anterior já tinham me dado a notícia de que o kov e a Pri não iriam para o evento. Como assim, pessoas, sem vocês tinha perdido uns 40% da graça. Mesmo assim, foram do trampo o César Cardoso, o Yves Junqueira e o Wesley que não tem blog então não consigo linkar nada no nome dele :P . O Yves ficou na casa de parentes, eu, César e Wesley dividimos um flat muito legalzinho que por sorte não pagamos nenhum absurdo (a agência de viagem fez alguma loucura).
E não é que no primeiro dia eu dou de cara com meu velho amigo de BH, Fernando Norte? A tempos que não nos víamos nem em BH e acabamos dando de cara no FISL… O mundo é uma kitinete mesmo.
Pois bem, impressões gerais sobre o fisl não são as melhores para mim. Como alguém comentou durante um dos almoços, o risco do evento virar uma fenasoft é bem grande. Grandes standes de empresas e um espaço apertado, mal aparelhado e nada simpático para os grupos de usuários.
Como Festa da Padroeira que se preze, fui pela mais pela festa e menos pela padroeira. As palestras nacionais realmente não me atrairam muito a atenção, o que é meio que um mea culpa visto que uma das palestras nacionais era a minha. Acho que faltou alguma coisa, não sei se na organização ou nas palestras propostas, que fizesse o evento ficar realmente hackattractive. Já as palestras internacionais eram outra história. Assisti algumas beeeem interessantes, entre elas First steps towards the next generation netfilter subsystem do suppa hacker Harald Welte, que faço coro com o César ao ser chamado de hack hero. O cara é simpático, já morou no Brasil, faz parte do CCC | Chaos Computer Club que é um povo que pqp, em 1982 já estavam pensando em privacidade e no futuro da computação. Junto com o Cult of the Dead Cow.
A palestra do Aaron Seigo foi KDE4 and the Plasma Workspace mostrou que o desenvolvimento do KDE está indo num lado aparentemente contrário ao do Gnome. O Gnome quer fazer um ambiente que se intrometa menos no caminho do usuário, o KDE parece estar rumando para um lado com muito eye candy e umas noções bem diferentes de usabilidade. Sei lá, fazer o desktop virar uma camada que possa passar a frente das janelas e colocar mais coisas parecidas com o karamba nesse esquema. Sei lá, pode ficar bonito mas pode ficar muito ruim também (será que tem como piorar o KDE atual?).
O cara falando sobre hardware e microprocessadores foi bem simpático. Por mais que eu ache que ele ainda pareça o Carlson do Queer Eye for the Straight Eye ele foi muito simpático. The LED Toy – Building Modern Hardware With Modest Means. Até animei de fazer um brinquedinho, mas o equipamento para montar o lance é debilóide de caro (ferro de solda com controle de potência, etc…).
A minha palestra foi cheia. Achei que pelo horário não ia aparecer ninguém além dos amigos, mas acabou que mais gente estava interessada em ouvir sobre PAM do que ficar vendo o Stallman reclamar da vida.
Ah, o Stallman. Ele pode ser necessário para o movimento do software livre, mas pessoalmente é uma pessoa muito difícil (leia-se chata) de lidar.
Os eventos noturnos também foram razoáveis. Sair para comer em Porto Alegre é sempre legal. Acabamos descobrindo que o tal a la minuta (às vezes chamado de ala’minuta ou alaminuta) é o nosso conhecido e velho PF (prato feito), e que felizmente a comida lá embaixo se baseia em churrasco. Sim, uma churrascaria ruim em POA é melhor que a maioria de Brasília.
No geral, o evento foi bom, mas acho que tem algo fishy acontecendo com ele. Ano que vem ele tem duas opções, que são: ficar mais comunidade e mais legal ou ficar corporativo e virar uma fenasoft.
Então, existem outros relatos do fisl por aí, e as fotos do César são muito interessantes. A cobertura mais legal, ainda, é fazer um search no technorati, vários blogs estão postando sobre o assunto.

PS: Este post foi trago a vocês pela “Industria de Manivelas e Pedaleiras Negroponte”. Apoio cultural GULA (Grupo de Usuários Linux Alcóolatras) e PSL Colhões, o PSL com coragem!

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