Long story short, o meu desktop sempre foi mais para jogo que para qualquer outra coisa. No trabalho uso Linux e em casa tenho um notebook com Linux também para quando quero fazer algo sério. Montei ela especificamente para Age of Conan (FAIL de 2008) e agora, que eu não jogo mais nada (e o que eu pretendo jogar fica melhor em console que em computador), ficou meio fora de mão.
Disso tudo, meus 2 xodós são a placa de vídeo e o teclado. A placa de vídeo porque a 8800 GTS continua sendo uma das vedetes das placas 3D (mesmo depois do lançamento da serie 9000) e o teclado porque 18×3 teclas a mais ajudam demais para jogos.
Então, se alguém tiver interesse de comprar o desktop ou alguma peça específica¹, me manda um email ou deixa um comentário (faça sua proposta!). Sinta-se livre para espalhar a notícia também
intel
¹: Obviamente, se algum engraçadinho quiser comprar só a placa mãe, vai tomar um piparote. Eu não pretendo vender algo que deixe a máquina inutilizada. Quer comprar fonte, teclado e vídeo? Ok. Quer comprar só a memória? Vá procurar uma loja.
Entre os mais de dez mil atletas inscritos para os Jogos, alguns têm nomes que os narradores brasileiros devem rezar para não pagar o mico de ter de citá-los. A Grécia é um manancial deles, com Athanasia Tsoumeleka (atletismo), Theodoros Papaloukas (basquete) e Georgios Gazis (boxe). Já a Itália escalou Salvatore Bocchetti (futebol). Há também os competidores cujos nomes são uma verdadeira auto-crítica, como o equatoriano Andrés Chocho (marcha), a chinesa Mo Li (natação), a etíope Meseret Tola (atletismo) e a ucraniana Olena Fedorova (saltos ornamentais).
Outros têm sobrenomes com referências bem…digamos…corporais: a norte-americana Crystl Bustos (softbol), a portuguesa Ana Vermelhudo Cabecinha (atletismo), o italiano Marco Lingua (atletismo) e as espanholas Alba Cabello (natação) e Dolores Checa (atletismo).
Eu fui conferir, Ana Vermelhuda Cabecinha realmente existe…
Deve ser a falta de sono ou o excesso de anti-depressivos, mas acabei de ter uma idéia doente. Daquelas que só se tem depois das 3 da manhã e são esquecidas se não forem escritas.
Presente em todas as festas e no youtube, a dança do quadrado é a nova sensação dos organizadores de viagem. Nada melhor para integrar um grupo de excursão que uma atividade ridícula como essa.
A idéia é a seguinte, se “claudinho e buchecha”, “matrix” e “cowboy” podem estar na dança do quadrado, qualquer merda pode. A brincadeira é achar coisas/personagens no mundo FLOSS (Free Libre Open Source Software) e colocar a coreografia perfeita para o mesmo.
Linux no seu quadrado: Braços rente ao corpo, pernas fechadas, mãos imitando a asa de um pinguim. Permite variação Linux giratório no seu quadrado.
FreeBSD no seu quadrado: Dedos indicadores na cabeça para fazer o capetinha. Permite variação giratória.
PostgreSQL no seu quadrado: Braço imitando uma tromba de elefante. Permite variação giratória.
Apache no seu quadrado: Pegue quatro dedos de uma mão, coloque atrás da cabeça para fazer as penas de um cocar, use a outra mão para imitar um índio. Permite variação giratória.
Júlio Neves no seu quadrado: Imite um copo de cerveja na mão e um sorriso. A variação giratória não tem graça nenhuma.
Debian no seu quadrado: Braços esticados a 90º do corpo, rodando. Não tem variação giratória porque não faria sentido.
Hans Reiser no seu quadradono Inimigo: Cara de alemão programador de sistema de arquivos, mão fechada como se estivesse esfaqueando a esposa.
Eu desisti de instalar o Ubuntu. Eu sempre preferi Debian mesmo então não teria razão eu mudar isso. Eu sei que é praticamente a mesma coisa mas o Debian Lenny (atual testing) está tão legalzinho – uso ele no computador do trabalho – que eu resolvi colocar no Eee PC.
Eu resolvi usar a instalação descrita no Wiki do Debian, usando a imagem do instalador criado por um cara chamado liable. A imagem dele já vem com os módulos acpi do eeepc e também com os módulos madwifi para se fazer a instalação via rede wireless (com WPA!).
Eu não vou detalhar muito a instalação não porque é a mesma coisa que instalar o Debian em qualquer lugar, o instalador tem tradução completa para português e não tem como errar (desde que você saiba ler, claro). O Grub funciona normalmente para o dual boot e não teve nada mesmo de diferente de uma instalação normal.
As peculiaridades que eu fiz:
Como eu fiz dual boot no SSD, eu só tinha 2G de espaço para instalar. Por isso escolhi Sistema Básico apenas na hora de selecionar o software a ser instalado. Depois eu instalei gnome e os programas que eu precisava na mão. O /home eu montei no SD.
Pela falta de espaço, aboli o swap. Eu tenho 2G de RAM instalada nele, não pretendo precisar de swap. Para os com menos memória aconselho usarem o swap.
O guia de instalação no wiki fala sobre o pacote localepurge e eu só tenho a frizar: instale o localepurge que vai ajudar um monte na economia de espaço.
O Gnome funciona muito bem com um painel só, lembre-se disso
Todos meus sistemas de arquivos estão usando a opção reltime para diminuir o número de escritas no disco durante operações de leitura (bizarro mas acontece, “the most stupid Unix design idea of all times”)
Eu também mudei a sysctl vm.dirty_writeback_centisecs para 1500. Isso faz com que o write-back cache demore mais para escrever os dados dirty (alterados) no disco.
Comentários