As emocionantes aventuras de um sysadmin linux na procura pelo uptime perfeito!

Resenha em vídeo do Dingoo / Dingux

Posted: novembro 28th, 2009 | Author: coredump | Filed under: Gaming | Tags: , ,

Tirei um tempo ontem a noite e fiz um video de 12 minutos mostrando os emuladores e a emulação que se consegue no Dingoo e usando o Dingux. Para os que estão pensando em comprar de natal :)

intel!

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Restaurante Naan em Brasília, ótima pedida

Posted: janeiro 17th, 2009 | Author: coredump | Filed under: Pessoal | Tags: , , ,

Essa semana resolvi almoçar em um lugar novo e fancy. Eu e a Li (esposa) resolvemos tentar o Naan Asian Fusion Cuisine. O restaurante fica ali na 412 sul, perto da escola do meu filho, e já estava a meses tentando achar uma oportunidade de conhecer o lugar. Felizmente, eles abrem para o almoço agora, o que facilitou as coisas.

Mesa e decoração do Naan. Imagem do Guia da Semana.

Mesa e decoração do Naan. Imagem do Guia da Semana.

O lugar é bonito, tem uma área atrás com espaço aberto para o gramado da quadra que ajuda bastante a refrescar o ambiente (além de funcionar como área para fumantes…). A decoração do lugar é bem sóbria e bonita, e gostei de ver que mesmo as mesas sendo rústicas (o que eles chamam hoje em dia de móvel de demolição) as cadeiras são de madeira normal e bem confortáveis.

O cardápio se concentra nas culinárias tailandesa e indiana, com alguns pratos que também passem ali pela região próxima (como uma entrada vietnamita). Eles tem uma quantidade razoável de vinhos, refrigerantes e alguns sucos pouco comuns, como gengibre e por ai vai. Pedi um Aluá de “casca de abacaxi, capim santo e gengibre”. Me desculpem os que gostam, mas o treco tem aparência e GOSTO de água suja. Tomei só porque já tinha pago, mas voltei correndo para a coca cola :P

O cardápio também tem um “medidor” para o nível de pimenta dos pratos, afinal estamos falando de duas culinárias que comem pimenta da mesma forma que comemos sal por aqui… O “medidor” eram imagens de pimentas impressas ao lado do nome do prato. Nenhuma, significava que o prato não tinha pimenta. Uma pimentinha, o prato tinha pimenta mas quase imperceptível, duas pimentinhas a situação já ficava mais apertada e três pimentas era indicado “apenas para iniciados”.

Eu sou meio daredevil quando se fala de pimenta, então escolhi logo o Jungle Curry, um prato feito basicamente com curry, batatas e carne, acompanhado de arroz. A Lilian procurou algo mais conservador no cardápio e achou um Medalhão de Filé com Purê. A apresentação do prato dela foi bem bonitinha, os medalhões em cima de uma “caminha” de rúcula. Já o meu foi bem simples, um chawan com o curry e outro com o arroz.

Ambos gostamos muito da comida, eu suei horrores por causa da pimenta e a Li quase morreu quando experimentou um pedacinho da carne. Mas, por isso mesmo, o prato me ganhou. Para quem gosta de pimenta o Jungle Curry é imperdível.

Eles tem um cardápio degustação que muda todo mês, eu acho, que consiste de duas opções de entrada, dois pratos e (acho) duas sobremesas, que fica R$ 109,00 por pessoa. Existe também um cardápio executivo com um custo bem mais em conta (acho que R$ 29,00) com uma entrada e um prato. Pretendo voltar lá depois para aproveitar esse executivo, quem sabe eu não dou sorte e pego um outro Jungle Curry. :)

Na fritada dos ovos: boa comida, as entradas podem ser um pouco problemáticas, fique LONGE do Aluá de agua suja e divirta-se com a culinária exótica e picante do lugar.

intel

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Resenha: The Dragon Reborn

Posted: abril 20th, 2008 | Author: coredump | Filed under: Literatura | Tags: ,

Link para a library: http://core.eti.br/library/robert-jordan/the-dragon-reborn-the-wheel-of-time-book-3/

Terminei o terceiro livro de Wheel of Time a algum tempo, mas meio que negligenciei a resenha.

O livro é a prova de que o personagem principal do livro varia muito. Na verdade tem de se considerar um núcleo de personagens principais. Considerando desta forma, Dragon Reborn faz mais sentido.

A história começa de onde ele terminou no livro dois e daí por diante se estende com o “personagem principal” ausente durante todo o livro, e os seus companheiros indo, cada um de sua forma e com suas batalhas e problemas, encontrá-lo no capítulo final do livro.

O livro termina um ciclo, então imagino que Wheel of Time seja meio que dividido em trilogias.

Depois coloco mais detalhes.

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Resenha: Asus Eee PC (e como instalar o XP)

Posted: abril 5th, 2008 | Author: coredump | Filed under: Linux e Open Source | Tags: , , , , ,

Então. Eu já tenho um notebook HP como eu disse anteriormente. Porém com o número de viagens aumentando entre eu e a minha esposa chegamos a um pequeno impasse: tanto eu quanto ela precisamos do notebook para nossos respectivos trabalhos. A primeira opção claro era comprar um notebook novo, pensamos num Acer, mas ainda parecia meio overkill porque por mais que as viagens tenham aumentado ainda passamos mais tempo aqui, com o notebook sendo sub-utilizado.

A solução veio então na minha nerdice e adquirimos um Asus Eee PC. O modelo correto é o Asus Eee PC 4G Galaxy Black. Peguei o bichinho ontem e tive um tempo para usar e já começar a fuçar um pouco, mas infelizmente minha lerdeza falou mais forte e eu esqueci o adaptador AC/DC dele no trabalho. Então vou postar aqui as impressões das horas que tive ontem MAIS a instalação do XP (que foi feita completamente com ele a base de bateria). Na loja mesmo eu pedi para trocar a memória dele para 2G, DDR2.

O Eee PC para quem não conhece é um dos chamados ‘sub notebooks’, feito pela Asus usando o projeto inicial do Classmate da Intel. Os specs dele são:

  • Processador Intel Celeron M 900 MHz (mas com clock underclocked para 650 MHz, mas ainda preciso conferir se o meu tá assim).
  • 512M de memória DDR2
  • 2/4/8G de “HD”
  • Display de 7″

Essas são as specs “oficiais” do bichinho. Ele mede 22×16 centímetros e a altura é de 3 centímetros mais ou menos (altura sendo a ‘grossura’ do notebook). Ele não tem HD mecânico, o HD dele é o chamado Solid State Drive que é basicamente um HD feito com o mesmo material de Pen Drives e outros dispositivos flash. Ele tem uma entrada para cabo de rede ethernet 10/100 Mbit e também conectividade Wireless com uma Atheros 802.11g (que chega até 54 Mbit).

O Eee PC possui 3 entradas USB 2.0, uma saída VGA para se ligar em algum monitor ou projetor e um leitor de cartões SD/MMC que suporta SDHC (SD High Capacity, acima de 2G). Esse slot é mais útil para colocar um cartão e se guardar documentos e coisas assim que para ser realmente considerado um leitor de cartão (ele não lê o bastante de formatos para ser considerado um leitor ‘sério’ de cartões).

O sistema operacional padrão dele é o Xandros, uma distribuição Linux que com as alterações específicas feitas para ele fazem ele gastar de 15 a 20s do estado desligado até o ‘pronto para usar’. Eu gostei bastante da interface padrão, chamado easy mode. São algumas abas divididas em funções como “Navegar na Internet”, “Jogos”, “Estudo”, “Escritório” com grandes ícones para os programas. Bem intuitivo para quem nunca usou computador aliás. Ele tem uma opção que é o Full Desktop Mode que simplesmente instala o KDE para ser usado.

Eu tenho verdadeiro asco de KDE.

Então a primeira coisa que eu fiz foi remover o Xandros e preparar o disco para receber um linux de verdade como o Debian ou Ubuntu. Como eu estava sem paciência eu resolvi instalar o Ubuntu, mas só para notar que eu estava sem uma máquina Linux por perto para poder fazer um instalador USB. Para não perder a viagem, resolvi instalar a segunda partição do Eee PC com Windows XP.

Algumas pessoas vão se perguntar ‘mas porquê windows XP’. E eu respondo: eu pretendo testar World of Warcraft e mais alguns programas que só tem em Windows nele, antes de decidir se o Windows fica ou não.

Para instalar eu segui o guia desse site aqui. Dá para instalar usando apenas um Pen Drive de um giga, ao contrário de outros métodos que precisam de dois drives ou um CDROM externo USB ou coisa similar.

Resumo do que eu fiz com alguns pulos-do-gato que eu precisei sacar usando o método acima:

  • Baixe os programas que ele manda baixar (USB_PREP8, PeToUSB e Bootsect.exe)
  • Descompacte todos, leve o PeToUSB.exe para o diretório onde o USB_PREP8 foi descompactado
  • Execute o usb_prep8.cmd, isso é um script que vai executando as coisas na medida do necessário então não feche a janela dele até terminar e LEIA o que o guia diz.
  • Faça o que o guia diz com relação a janela do PeToUSB (quer dizer, deixa ela do jeito que ela abre sem mexer nas opções).
  • Depois do PeToUSB formatar o Pen Drive que vai ser usado para instalar o XP, deixe a janela dele lá, quietinha, e aproveite para fechar qualquer janela que o windows tenha aberto mostrando o seu Pen Drive depois da formatação.
  • Abra um outro ‘prompt’ (o guia diz como fazer isso) e execute o bootsect.exe com as opções lá. Lembre-se de mudar a letra do final para a letra do drive do seu Pen Drive (no guia está R: mas aqui em casa foi F:, entendeu?)
  • Depois deste passo a complicação acaba. Depois que o bootsect.exe tiver acabado (com a mensagem de sucesso) pode fechar este ‘prompt’ e a tela do PeToUSB, mas não a do USB_PREP8.
  • A janela do USB_PREP8 vai então mostrar uma lista de opções. Você tem de alterar a número um, quase nunca a dois, com certeza a três e então executar a quatro.
  • A opção um é onde está a fonte da instalação do Windows. Isso quer dizer apontar para onde está o CD de instalação do windows XP. Eu usei o mesmo que eu criei neste post aqui, com SP2 já integrado.
  • A opção dois é qual vai ser a letra do drive temporário que o script vai criar para copiar os arquivos. A opção padrão é T: e você só precisa mudar se você já tiver um drive T: (sabe-se lá porquê, ja ouviu falar em RAID?)
  • A opção três precisa ser mudada para falar a letra do drive onde está o seu Pen Drive (no meu caso era F:).
  • Depois de mudar isso tudo execute a opção 4, se nada der errado ele vai copiar uma quantidade imensa de arquivos para o disco temporário e depois perguntar se você quer copiar para o Pen Drive, responda “YES” para as próximas perguntas e você vai terminar com um USB bootável que serve para instalar o XP (em qualquer máquina, aliás, não só no Eee PC).
  • Coloque o Pen Drive no Eee PC, ligue e aperte F2 até entrar no Setup da máquina. Tem uma opção lá chamada “OS Installation” que pode ser mudada para “Start” e “Finished”. Eu não sei que diferença isso pode fazer, mas eu mudei para “Start” na hora de instalar e “Finished” quando eu terminei a instalação.
  • Fique apertando ESC durante o boot para o Eee PC mostrar a janela de seleção de boot. Escolha o Pen Drive (normalmente a segunda opção) e ele vai mostrar um menu com duas opções. Escolha a “Installation TXT Mode” (ou algo assim, o importante é ser o TXT mode antes).
  • Isso vai apresentar a tela de instalação normal do XP. Pulo do gato importante: se você vai particionar o disco, não deixe nenhuma partição sem utilização no disco, ou ele vai dar um erro na hal.dll que é um porre. O que eu fiz foi remover todas as partições (não tem nada importante nelas além do Xandros, claro) e criar apenas uma de 1.9G deixando o resto do espaço sem utilizar.
  • Pulo do gato dois: depois que a parte texto terminar e pedir para rebootar, você tem de dar boot pelo Pen Drive DENOVO e escolher a outra opção (“Installation in GUI Mode” acho, o importante é ser a GUI Mode) e ele vai continuar com o modo gráfico instalando.
  • Daí vem o maior pulo do gato, mesmo depois dessa instalação ter terminado, você tem de dar boot DENOVO em modo GUI pelo Pen Drive ou você vai sofrer com os erros na hal.dll.
  • Depois que você der o último boot e for para o Desktop e ver o menu Iniciar sem problemas, aí sim você pode remover o Pen Drive, mas não antes disso.
  • Sumarizando: Boot em TXT Mode pelo Pen Drive, Reboot em GUI Mode pelo Pen Drive e Reboot em GUI Mode pelo Pen Drive DENOVO. Lembre-se são DOIS boots em GUI Mode. LEMBRE-SE, SÃO NO TOTAL 3 BOOTS PELO PEN DRIVE.

Existem alguns tweaks para se fazer no XP para ficar melhorzinho. Os mais importantes são desabilitar completamente as ‘Page Files’ do Windows (arquivo de paginação) e os System Restore, que gastam espaço demais. Com essa instalação eu coloquei o XP em 1G, mas existem tutoriais na Internet para remover coisas e arquivos para aumentar o espaço. Eu não estou esquentando muito a cabeça porque a maioria das coisas que eu vou usar deve estar em um cartão externo.

Segunda feira vou seguir o guia do Blog Eee Brasil para instalar o Ubuntu – desculpa, o original é do tecnoclasta, foi mal aí. Nos próximos dias também devo adquirir peças para abrir o Eee PC e soldar uns componentes nele para colocar: GPS, Bluetooth e um Pen Drive interno de 4G para servir de segundo HD (e poder quem sabe instalar o Mac OS X Leopard para fazer um teste), conforme informações disponíveis nos ótimos wiki e forums do eeeuser.com.

intel

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Resenha: The Great Hunt

Posted: março 26th, 2008 | Author: coredump | Filed under: Literatura | Tags: , ,

Entrada na Library:

http://core.eti.br/library/robert-jordan/the-great-hunt-the-wheel-of-time-book-2/

O segundo livro da saga de Wheel of Time melhora bastante o número de tramas acontecendo ao mesmo tempo e apresenta alguns novos oponentes. O ritmo do livro é mais rápido que o do primeiro, mas ainda temos um protagonista-relutante e alguns coadjuvantes com pontas soltas.

A história começa exatamente onde o livro um parou, com alguns meses de diferença apenas, e se desdobra daí para uma caçada em busca de recuperar um importante artefato mágico roubado (The Horn of Valere), o nome do livro tem a ver com isso e também com o fato de que existe realmente uma Great Hunt for the Horn acontecendo em uma nação próxima. Com a separação dos grupos, começamos a observar dois diferentes grandes histórias acontecendo ao mesmo tempo: a busca pelo Horn of Valere empreendida pelos personagens masculinos (Rand, Perrin e Mat) e a chegada a Tar Valon das moças (Egwene e Nynaeve) para treinamento.

Reviravoltas e mais reviravoltas, desencontros e encontros com personagens do outro livro (como Donon, capitão do navio Spray), além da apresentação de um exército invasor completamente surtado (os Seanchan). Existe muita atenção dada as personagens femininas e o foco narrativo se desloca para longe de Rand (o protagonista) por vários capítulos até um fortuito reencontro. Para quem gosta de Moraine e seu Warden, Lan, é uma longa espera (ela não é muito presente no livro dois).

Continuo recomendando os livros e a série. Já estou lendo o livro três (The Dragon Reborn) e devo colocar uma resenha em breve. A não ser que eu não consiga o livro quatro em tempo hábil, daí eu vou enrolar para terminar o três :P (felizmente a Li já tinha previsto isso e o resto dos livros já está a caminho yay).

intel

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