Classificados, ainda!
Posted: janeiro 19th, 2009 | Author: coredump | Filed under: Pessoal | Tags: classificados, nerdagem, windowsColoquei teclado e placa de vídeo no ML. Mais especificações no meu post anterior.
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No Comments »Coloquei teclado e placa de vídeo no ML. Mais especificações no meu post anterior.
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No Comments »Então. To vendendo meu desktop.
Long story short, o meu desktop sempre foi mais para jogo que para qualquer outra coisa. No trabalho uso Linux e em casa tenho um notebook com Linux também para quando quero fazer algo sério. Montei ela especificamente para Age of Conan (FAIL de 2008) e agora, que eu não jogo mais nada (e o que eu pretendo jogar fica melhor em console que em computador), ficou meio fora de mão.
Configuração da bichinha:
Disso tudo, meus 2 xodós são a placa de vídeo e o teclado. A placa de vídeo porque a 8800 GTS continua sendo uma das vedetes das placas 3D (mesmo depois do lançamento da serie 9000) e o teclado porque 18×3 teclas a mais ajudam demais para jogos.
Então, se alguém tiver interesse de comprar o desktop ou alguma peça específica¹, me manda um email ou deixa um comentário (faça sua proposta!). Sinta-se livre para espalhar a notícia também
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¹: Obviamente, se algum engraçadinho quiser comprar só a placa mãe, vai tomar um piparote. Eu não pretendo vender algo que deixe a máquina inutilizada. Quer comprar fonte, teclado e vídeo? Ok. Quer comprar só a memória? Vá procurar uma loja.
No Comments »Então, este post é um rambling então se não estiver afim de ler reclamação nem leia.
Ontem eu pensei em programar denovo. É uma coisa que me relaxa, divertida, e que dá pra fazer entre uma partidinha de Warhammer Online e outra.
Pensei em fazer um programinha para organizar análise de risco e talvez importar os dados do OpenVAS e outras ferramentas e fazer algo com eles, tipo uns relatórios ou gráficos. Coisa boba, nada que fosse ser um projeto sério e tal, mais para me divertir e passar tempo (é, tem gente que considera programação uma diversão, deal with it). Um requisito é que eu queria programar em multiplataforma. Primeiro porque em casa eu uso Windows e segundo porque atualmente eu acho cada vez mais tosco fazer programas voltados a OS específico.
O problema é que eu estou velho. Pelo menos com relação a algumas coisas de computadores. Nos idos de 2000 eu tinha a paciência necessária para instalar um programa qualquer do fonte e ainda debugar erros do autor. Atualmente, com os Ubuntus e Debians da vida, eu quero é instalar um software que just works.
Pensei em aprender uma nova linguagem. Talvez Mono C# (vulgo .NET). Mas desisti porque nada bate a beleza de Python.
Daí aconteceu a primeira desgraça. Achar uma IDE para python. Porque com a velhice, vem a frescura. Meus maiores projetos em Python foram feitos ali, na raça, svn no terminal, editando no Vim que quando muito tinha syntax highlight. Atualmente eu quero é sombra e agua fresca, tipo o recurso de completar código que ja mostra os métodos para uma classe, SVN direto na IDE e commits com um clique. E eu queria uma IDE que rodasse em Linux e Windows, porque ter um ambiente único para desenvolver é uma coisa legal.
É frescura? É. Vou morrer sem? Não. Mas porque outras linguagens tem isso de forma tão fácil e eu tenho de ficar sofrendo? Ainda mais quando eu quero programar para me divertir e não para colocar comida na boca do meu filho.
Tentei a SPE, voltada demais a QT (e eu uso GTK+, cacete). Testei a Pida mas se eu quisesse editar com Vim eu usava o Vim. O que mais se aproximou foi o Eclipse com PyDev. Instalei certinho no Ubuntu e tal. Daí já vem problema. PyDev tem problemas com o python-support que o Debian (consequentemente o Ubuntu) usam e não completava código GTK. Fucei até funcionar e descobrir que completar código tem problemas coisas assim (exemplo parcial e tosco):
ui = gtk.glade.XML(‘arquivo.glade’)
janela = ui.get_widget(‘window1′)
janela.
Neste ponto, o que eu esperava é que o completador de código me desse os métodos de um objeto GtkWindow, porque ‘window1′ no .glade é uma GtkWindow. Mas o PyDev aparentemente não consegue achar isso (porque java é estático e python é dinâmico).
A frescura atacou e ja tinha dado 18:30, hora de ir embora.
Cheguei em casa, instalei o Eclipse, instalei o python 2.5 (que já foi 64 bits!) e o GTK Runtime, todo feliz achando que dali a pouco estaria programando.
Descobri que o pygtk não instala em Windows Vista.
Gah!
Notei também que eu tenho de usar o Python 64bits e usar o py2exe, o exe vai ser criado 64 bits e não vai rodar em 32.
Acho que a solução vai ser .NET mesmo. Ou Java. Eu posso usar o NetBeans ou o Eclipse no Windows ou no Linux, escrever um programa e mandar ele pra qualquer outro OS sem ter de quebrar cabeça demais.
Claro, se eu quisesse programar pra ganhar dinheiro ou coisa assim, eu instalava Linux em casa. Ou o XP. Mas não é essa minha reclamação, o lance é que devia ser mais simples programar em/para multiplos OSes.
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4 Comments »Então. Eu já tenho um notebook HP como eu disse anteriormente. Porém com o número de viagens aumentando entre eu e a minha esposa chegamos a um pequeno impasse: tanto eu quanto ela precisamos do notebook para nossos respectivos trabalhos. A primeira opção claro era comprar um notebook novo, pensamos num Acer, mas ainda parecia meio overkill porque por mais que as viagens tenham aumentado ainda passamos mais tempo aqui, com o notebook sendo sub-utilizado.
A solução veio então na minha nerdice e adquirimos um Asus Eee PC. O modelo correto é o Asus Eee PC 4G Galaxy Black. Peguei o bichinho ontem e tive um tempo para usar e já começar a fuçar um pouco, mas infelizmente minha lerdeza falou mais forte e eu esqueci o adaptador AC/DC dele no trabalho. Então vou postar aqui as impressões das horas que tive ontem MAIS a instalação do XP (que foi feita completamente com ele a base de bateria). Na loja mesmo eu pedi para trocar a memória dele para 2G, DDR2.
O Eee PC para quem não conhece é um dos chamados ‘sub notebooks’, feito pela Asus usando o projeto inicial do Classmate da Intel. Os specs dele são:
Essas são as specs “oficiais” do bichinho. Ele mede 22×16 centímetros e a altura é de 3 centímetros mais ou menos (altura sendo a ‘grossura’ do notebook). Ele não tem HD mecânico, o HD dele é o chamado Solid State Drive que é basicamente um HD feito com o mesmo material de Pen Drives e outros dispositivos flash. Ele tem uma entrada para cabo de rede ethernet 10/100 Mbit e também conectividade Wireless com uma Atheros 802.11g (que chega até 54 Mbit).
O Eee PC possui 3 entradas USB 2.0, uma saída VGA para se ligar em algum monitor ou projetor e um leitor de cartões SD/MMC que suporta SDHC (SD High Capacity, acima de 2G). Esse slot é mais útil para colocar um cartão e se guardar documentos e coisas assim que para ser realmente considerado um leitor de cartão (ele não lê o bastante de formatos para ser considerado um leitor ‘sério’ de cartões).
O sistema operacional padrão dele é o Xandros, uma distribuição Linux que com as alterações específicas feitas para ele fazem ele gastar de 15 a 20s do estado desligado até o ‘pronto para usar’. Eu gostei bastante da interface padrão, chamado easy mode. São algumas abas divididas em funções como “Navegar na Internet”, “Jogos”, “Estudo”, “Escritório” com grandes ícones para os programas. Bem intuitivo para quem nunca usou computador aliás. Ele tem uma opção que é o Full Desktop Mode que simplesmente instala o KDE para ser usado.
Eu tenho verdadeiro asco de KDE.
Então a primeira coisa que eu fiz foi remover o Xandros e preparar o disco para receber um linux de verdade como o Debian ou Ubuntu. Como eu estava sem paciência eu resolvi instalar o Ubuntu, mas só para notar que eu estava sem uma máquina Linux por perto para poder fazer um instalador USB. Para não perder a viagem, resolvi instalar a segunda partição do Eee PC com Windows XP.
Algumas pessoas vão se perguntar ‘mas porquê windows XP’. E eu respondo: eu pretendo testar World of Warcraft e mais alguns programas que só tem em Windows nele, antes de decidir se o Windows fica ou não.
Para instalar eu segui o guia desse site aqui. Dá para instalar usando apenas um Pen Drive de um giga, ao contrário de outros métodos que precisam de dois drives ou um CDROM externo USB ou coisa similar.
Resumo do que eu fiz com alguns pulos-do-gato que eu precisei sacar usando o método acima:
Existem alguns tweaks para se fazer no XP para ficar melhorzinho. Os mais importantes são desabilitar completamente as ‘Page Files’ do Windows (arquivo de paginação) e os System Restore, que gastam espaço demais. Com essa instalação eu coloquei o XP em 1G, mas existem tutoriais na Internet para remover coisas e arquivos para aumentar o espaço. Eu não estou esquentando muito a cabeça porque a maioria das coisas que eu vou usar deve estar em um cartão externo.
Segunda feira vou seguir o guia do Blog Eee Brasil para instalar o Ubuntu – desculpa, o original é do tecnoclasta, foi mal aí. Nos próximos dias também devo adquirir peças para abrir o Eee PC e soldar uns componentes nele para colocar: GPS, Bluetooth e um Pen Drive interno de 4G para servir de segundo HD (e poder quem sabe instalar o Mac OS X Leopard para fazer um teste), conforme informações disponíveis nos ótimos wiki e forums do eeeuser.com.
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44 Comments »Atenção: Eu não tenho este notebook mais. Por mais que as informações abaixo continuem válidas e atualizadas na medida do possível, eu não tenho mais como testar caso apareça um problema específico.
Então. Depois de umas voltas na Feira dos Importados aqui em BSB eu consegui um desses notebooks para testar. Os specs dele, por alto, são:
A configuração não é ruim não, mas o Windows Vista… Com 1G de memória, DEUS que coisa lenta, bloated e completamente inútil. Além disso a toshiba tem uma mania de socar 890239802 ícones de softwares e etc no desktop, tornando o treco ainda mais lento. Com o Aero habilitado o computador beirava o inusável.
Resolvi então remover esse lixo de Vista e mandar ver numa instalação padrão do XP e Linux.
Depois de algumas lidas no google já notei que a coisa não seria fácil. “Claro, Linux não tem driver para essas coisas modernas”, dirão os discípulos do Carlos Cardoso (que eu chamo de Troll Cardoso, BTW).
Quinada. Ubuntu 7.10 instalou fino. Só tive problemas com a placa wireless. A Atheros que vem neste notebook aparentemente é suportada pelo driver mad-wifi que está no SVN do projeto, ainda não chegou em pacotes. Neste meio tempo use o ndiswrapper com os drivers encontrados em www.atheros.cz. A placa de vídeo funciona com os drivers padrão do Ubuntu 7.10 (drivers restritos), mas aconselho todos a seguirem o howto desse cara aqui. Só troca onde estiver feisty para gutsy. Pronto, dois items e pronto. Daqui alguns dias já devem estar disponíveis pacotes com drivers novos ou, na pior das hipóteses, o próximo Ubuntu vai ter tudo out of the box.
Se o Linux foi essa tranquilidade, o Windows XP nem tanto. Aparentemente as empresas que estão vendendo máquinas com Vista embutido estão pouco se lixando para drivers para Windows XP. A Toshiba e a HP claramente disseram que como não existe ganho na troca do Vista por um sistema operacional mais antigo, eles não farão drivers para XP. O que é meio frustrante. Windows Vista é inútil. Anyway, o jeito é revirar a internet atrás de drivers de outros OEM.
Com algum trabalho, consegui 95% do notebook funcionando, além de estar usando o driver mais atual da ATi que nem o Vista tem se depender do suporte da Toshiba. Os links que eu usei:
Agora estou tentando achar driver para o Touchpad (ele tá sem scroll) e os common modules da Toshiba porque as teclas de função fn que cuidam de controlar brinho, audio, etc… estão sem funcionar.
Atualização: Lendo uns fórums por ai descobri que o melhor driver para o Touchpad é o da Dell. Massa né? Então pegue os drivers da Dell para o ALPS pointing device e aproveite. O driver tem umas funções muito boas como detectar aqueles toques que você dá acidentalmente quando digita e acaba atrapalhando tudo. Eu baixei deste post aqui.
No geral, ótimo notebook e com XP fica ainda mais rápido. E com Linux, então, que maravilha.
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